História

Criada em 14 de Julho de 2011 e apresentada publicamente em 12 de Dezembro de 2011, a Confederação dos Serviços de Portugal (CSP) nasceu da vontade de sectores dinâmicos e inovadores terem uma voz social activa, defendendo novos desafios, novas propostas e novos olhares sobre a economia e a sociedade portuguesa, pelo facto de, os serviços, não se encontrarem suficientemente representados no diálogo social.

Nos últimos 25 anos, com o desenvolvimento extraordinário do sector dos serviços, revolucionaram-se em absoluto esses sectores da economia. Este desenvolvimento marcou uma nova relação dos portugueses com os serviços.

O país e o mundo mudaram muito. Hoje, os portugueses reconhecem que o comércio e os serviços já não funcionam como há dez ou vinte anos. Os nossos associados representam uma fatia importante do PIB, produzimos riqueza em áreas dominantes do presente e determinantes para o futuro. A CSP pretende ver tratados assuntos que têm sido negligenciados pelo simples facto de os sectores que abarca não estarem suficientemente representados em órgãos relevantes e definidores das políticas económicas, sociais e de emprego em Portugal.

Mensagem do antigo Presidente

Quando fundámos a Confederação dos Serviços de Portugal, há cerca de quatro anos, este setor, que era responsável por uma fatia do PIB nacional superior a 70%, estava inexplicavelmente ausente do espaço institucional onde se desenvolve o diálogo social em Portugal.

Nem telecomunicações, nem comércio eletrónico, nem transportes, nem centros comerciais, nem distribuição moderna, nem tecnologias de informação, nem variadíssimas outras áreas da economia dispunham de uma voz ativa que desse a conhecer e defendesse os seus pontos de vista sobre justiça, fiscalidade, legislação laboral, inovação ou sustentabilidade.

Foi justamente com esse objetivo que apareceu esta Confederação, que se anunciou como um player positivo e responsável, pautando o seu posicionamento institucional pela transparência, lealdade e cooperação com as outras confederações – e nunca como um concorrente ou um detrator. Procurámos sempre contribuir para o diálogo de qualidade, fazer benchmarking internacional e servir o melhor possível os nossos associados, entre os quais se encontram empresas com muitas décadas de história e que criam riqueza, investimento e emprego em Portugal de forma consistente e sustentável.

Entendíamos, por isso, que a CSP não deveria nem poderia deixar de ser um parceiro social incontornável e determinante, razão pela qual apresentámos na altura a nossa candidatura ao Conselho Económico e Social – chamámos-lhe então “um desígnio, um instrumento e um dever”.

Tudo isto se fez com um desiderato último em vista e que é, afinal, aquele que nos deve mobilizar a todos: contribuir para a dinamização económica, a retoma do investimento e a criação de emprego.

Tendo cessado as minhas funções como Presidente da Direção da Confederação, creio que esta está agora dotada da equipa e dos meios adequados para continuar a prosseguir a sua missão e a defender os interesses das empresas portuguesas e da nossa economia, tendo na liderança do Dr. Jorge Jordão a maior garantia de êxito deste projeto difícil, ambicioso e cativante. Desejo-lhe, pois, os maiores sucessos.

Luís Reis, primeiro presidente da CSP

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