Opinião

Momento decisivo na Europa

Chama-se “Brexit: The uncivil war” e retrata os bastidores da comunicação do referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia realizado no dia 23 junho de 2016.

Porque crescemos tão lentamente?

A pujança do imobiliário é hoje inquestionável. A concessão de crédito para compra de casa está no valor mais alto desde 2010, tendo atingido quase 10 mil milhões de euros no ano passado.

Que futuro para a economia portuguesa?

Em artigo recente sobre o financiamento da segurança social, a presidente cessante do Conselho das Finanças Públicas, Teodora Cardoso, faz observações sobre a economia portuguesa que merecem uma atenção redobrada, numa altura em que se acumulam os sinais de preocupação sobre a evolução económica global.

Descida imperiosa do IRC para atrair o investimento

Convém recordar que há seis anos, em plena época da troika, o PS e o PSD, então liderados por António José Seguro e Pedro Passos Coelho, respetivamente, chegaram a acordo sobre a redução do IRC.

O papel fulcral da produtividade

Os avisos não são novidade e têm sido regularmente lançados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE): Portugal está a envelhecer e em risco de perder população.

Como vai a nossa competitividade?

Uma coisa é a realidade, outra – por vezes, bem diferente – é a informação que nos chega, mistificando aspetos essenciais dessa mesma realidade. A propósito dos rumos da economia portuguesa, por exemplo, a propaganda tem prevalecido sobre as evidências concretas. Em benefício de inventário, vale a pena determo-nos um pouco nisto.

Um Orçamento focado nas eleições

A Comissão Europeia acaba de lançar um aviso que devia ser escutado com a máxima atenção: o Governo português nada tem feito para reduzir significativamente a gigantesca dívida pública, que será a 11.ª maior do mundo no final do ano em curso.

Portugueses, os modernos navegadores da Web

Decorreu mais uma edição da Web Summit, que em boa hora o governo anterior trouxe para Lisboa e o atual soube valorizar, cativando os seus organizadores – ao ponto de estar já assegurada a capital portuguesa como sede deste certame durante os próximos dez anos.

A competitividade da economia portuguesa estagnada

O Orçamento do Estado para 2019 já está em debate na Assembleia da República. Envoltos na espuma do quotidiano, corremos uma vez mais o risco de passar ao largo da questão essencial: a imperiosa necessidade de reduzir a dívida pública.

Mais uma oportunidade perdida?

Parece-nos evidente que o Governo tem vindo a preparar o próximo Orçamento do Estado no quadro de uma estratégia, tendo em vista os sufrágios eleitorais do ano que se avizinha.

As cativações e a gestão orçamental

Desde que este Governo entrou em funções, o ministro das Finanças aplicou a sua receita de austeridade mitigada ou disfarçada, sob a forma de cativações, que distorcem e desvirtuam os sucessivos Orçamentos do Estado (OE) debatidos e votados na Assembleia da República.

Políticas que adiam o futuro

O Banco de Portugal anunciou recentemente que a dívida pública nacional alcançou em maio o valor mais alto de sempre...

Sem flexibilidade laboral não atraímos investimento

Para pôr o país a crescer em bases sólidas, como todos queremos, há que fomentar a confiança dos investidores estimulando a criação de empresas, como fonte simultânea de geração de riqueza e de multiplicação de postos de trabalho...

Dia da Europa: da utopia aos desafios atuais

A 9 de maio de 1950, Robert Schuman, então ministro francês dos Negócios Estrangeiros, proferiu a célebre declaração que propunha a criação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) tendo em vista instituir um mercado comum entre os países fundadores – França, Itália, República Federal da Alemanha, Bélgica, Holanda e Luxemburgo...

Os desafios da economia digital

Em nenhum setor como o dos serviços o cidadão contemporâneo sente tantos focos de modernidade, com as tecnologias digitais revolucionando modelos de negócio que passam a proporcionar aos consumidores um valor de nível igual ou superior a custos bem mais reduzidos...

A acuidade da privacidade dos dados

O Regulamento Geral de Protecção de Dados (RGPD) entrará em vigor a 25 de maio ao nível de todos os países da União Europeia. Não poderia surgir em momento mais oportuno.

A flexibilidade laboral em Portugal

Acredito que o Governo procurará resistir às crescentes pressões da ala situada mais à esquerda no Parlamento para introduzir profundas alterações à legislação laboral em vigor.

A terceira revolução digital

A Europa foi líder na primeira fase da revolução digital em que o seu avanço no conhecimento científico esteve na génese de inovações extraordinárias como a Internet, com Tim Berners-Lee no laboratório CERN (Genebra).

O insustentável peso da burocracia oficial

Na atualidade não há praticamente discurso proferido por nenhum governante sem uma menção, explícita ou implícita, aos desafios da globalização, designadamente na área da economia digital.

Agravar a carga tributária afasta o investimento

A fase de discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2018 promete trazer más notícias para as empresas, já hoje submetidas a uma carga tributária muito superior à existente na média dos países da União Europeia.

O défice estrutural e o OE 2018

A propósito do Orçamento do Estado para 2018 (OE2018) não devemos iludir-nos com um certo discurso oficial que revela uma inegável tendência em moldar a realidade à medida dos anseios dominantes.

Crescer com menos impostos

Num ponto estamos todos de acordo: Portugal necessita urgentemente de investimento externo para descolar dos anos de estagnação e enveredar por um crescimento económico sustentável, de sucesso prolongado e sem onerar demasiado as gerações futuras.

Baixar a dívida, sustentar o crescimento

O investimento em Portugal está a crescer aquém das expectativas, o que só surpreende aqueles que andam distraídos ou costumam confundir desejos com realidades.

Avisos à navegação

A economia portuguesa está a viver um ciclo de otimismo. Depois da saída do Procedimento por Défices Excessivos e dos elogios alemães ao nosso “Ronaldo das Finanças” a agência de notação financeira Fitch voltou a atribuir uma perspetiva positiva ao rating da dívida pública portuguesa.

A instabilidade fiscal afasta o investimento

O maior problema do quadro fiscal português é a sua reiterada imprevisibilidade. E é um problema não apenas para todos nós, contribuintes, mas também para quem queira investir no País.

O risco de uma União Europeia ‘à la carte’

A cimeira europeia do próximo dia 29 promete ser uma das mais marcantes nestas seis décadas de um complexo e longo processo de integração económica, social e política envolvendo 28 países desta região.

As grandes caminhadas começam com pequenos passos

A União Europeia tem dado passos firmes no apoio aos agentes económicos, designadamente no setor dos serviços, que hoje conta para cerca de 70% do PIB e do emprego neste espaço económico.

A importância dos serviços na dinamização da economia portuguesa

O relançamento inadiável da economia portuguesa após mais de década e meia de estagnação só poderá ocorrer com o contributo decisivo do setor terciário, já hoje contribuindo para cerca de 75% do PIB e absorvendo mais de dois terços da população ativa.

A protecção de dados e as empresas

130 milhões de euros. Este é o valor que se estima venha a custar às empresas da União Europeia a prestação de informações a 28 autoridades nacionais de proteção de dados, ao abrigo de um sistema que começou a ser “construído” em 4 de maio do ano passado.

Novos alertas para situações recorrentes

As crises em Portugal são cíclicas dado que, geralmente, não temos a humildade nem a coragem para reconhecer os nossos erros, pouco ou nada fazendo para a sua erradicação.

O primado do secundário sobre o essencial

Os anos passam, mas, em Portugal, subsiste esta tendência tão singular de evitar debater as questões realmente importantes para o nosso futuro, dando primazia à discussão de temas que não justificam qualquer urgência ou não passam de meras tricas partidárias.

Inovar agora para conquistarmos o futuro

É demasiado fácil denegrir a União Europeia, acusando-a de excessiva carga legislativa e regulamentadora, que potencia a proliferação de teias burocráticas.

Sinais de alarme num ano carregado de incertezas

A primeira operação de financiamento do Estado português em 2017, destinada a assegurar cerca de um quinto das nossas necessidades de tesouraria para o ano em curso, fez acender diversos sinais de alarme.

A nudez crua da verdade e o manto diáfano da fantasia

Depois de anos a fio a gastarmos o que não tínhamos produzido, depois de termos sido forçados a apertar o cinto pelas instituições financeiras internacionais, depois de um duche gelado nos ter despertado para a realidade entre 2011 e 2015, eis novamente o manto da fantasia a cobrir a realidade política portuguesa.

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