Opinião

Os desafios da economia digital

Em nenhum setor como o dos serviços o cidadão contemporâneo sente tantos focos de modernidade, com as tecnologias digitais revolucionando modelos de negócio que passam a proporcionar aos consumidores um valor de nível igual ou superior a custos bem mais reduzidos...

A acuidade da privacidade dos dados

O Regulamento Geral de Protecção de Dados (RGPD) entrará em vigor a 25 de maio ao nível de todos os países da União Europeia. Não poderia surgir em momento mais oportuno.

A flexibilidade laboral em Portugal

Acredito que o Governo procurará resistir às crescentes pressões da ala situada mais à esquerda no Parlamento para introduzir profundas alterações à legislação laboral em vigor.

A terceira revolução digital

A Europa foi líder na primeira fase da revolução digital em que o seu avanço no conhecimento científico esteve na génese de inovações extraordinárias como a Internet, com Tim Berners-Lee no laboratório CERN (Genebra).

O insustentável peso da burocracia oficial

Na atualidade não há praticamente discurso proferido por nenhum governante sem uma menção, explícita ou implícita, aos desafios da globalização, designadamente na área da economia digital.

Agravar a carga tributária afasta o investimento

A fase de discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2018 promete trazer más notícias para as empresas, já hoje submetidas a uma carga tributária muito superior à existente na média dos países da União Europeia.

O défice estrutural e o OE 2018

A propósito do Orçamento do Estado para 2018 (OE2018) não devemos iludir-nos com um certo discurso oficial que revela uma inegável tendência em moldar a realidade à medida dos anseios dominantes.

Crescer com menos impostos

Num ponto estamos todos de acordo: Portugal necessita urgentemente de investimento externo para descolar dos anos de estagnação e enveredar por um crescimento económico sustentável, de sucesso prolongado e sem onerar demasiado as gerações futuras.

Baixar a dívida, sustentar o crescimento

O investimento em Portugal está a crescer aquém das expectativas, o que só surpreende aqueles que andam distraídos ou costumam confundir desejos com realidades.

Avisos à navegação

A economia portuguesa está a viver um ciclo de otimismo. Depois da saída do Procedimento por Défices Excessivos e dos elogios alemães ao nosso “Ronaldo das Finanças” a agência de notação financeira Fitch voltou a atribuir uma perspetiva positiva ao rating da dívida pública portuguesa.

A instabilidade fiscal afasta o investimento

O maior problema do quadro fiscal português é a sua reiterada imprevisibilidade. E é um problema não apenas para todos nós, contribuintes, mas também para quem queira investir no País.

O risco de uma União Europeia ‘à la carte’

A cimeira europeia do próximo dia 29 promete ser uma das mais marcantes nestas seis décadas de um complexo e longo processo de integração económica, social e política envolvendo 28 países desta região.

As grandes caminhadas começam com pequenos passos

A União Europeia tem dado passos firmes no apoio aos agentes económicos, designadamente no setor dos serviços, que hoje conta para cerca de 70% do PIB e do emprego neste espaço económico.

A importância dos serviços na dinamização da economia portuguesa

O relançamento inadiável da economia portuguesa após mais de década e meia de estagnação só poderá ocorrer com o contributo decisivo do setor terciário, já hoje contribuindo para cerca de 75% do PIB e absorvendo mais de dois terços da população ativa.

A protecção de dados e as empresas

130 milhões de euros. Este é o valor que se estima venha a custar às empresas da União Europeia a prestação de informações a 28 autoridades nacionais de proteção de dados, ao abrigo de um sistema que começou a ser “construído” em 4 de maio do ano passado.

Novos alertas para situações recorrentes

As crises em Portugal são cíclicas dado que, geralmente, não temos a humildade nem a coragem para reconhecer os nossos erros, pouco ou nada fazendo para a sua erradicação.

O primado do secundário sobre o essencial

Os anos passam, mas, em Portugal, subsiste esta tendência tão singular de evitar debater as questões realmente importantes para o nosso futuro, dando primazia à discussão de temas que não justificam qualquer urgência ou não passam de meras tricas partidárias.

Inovar agora para conquistarmos o futuro

É demasiado fácil denegrir a União Europeia, acusando-a de excessiva carga legislativa e regulamentadora, que potencia a proliferação de teias burocráticas.

Sinais de alarme num ano carregado de incertezas

A primeira operação de financiamento do Estado português em 2017, destinada a assegurar cerca de um quinto das nossas necessidades de tesouraria para o ano em curso, fez acender diversos sinais de alarme.

A nudez crua da verdade e o manto diáfano da fantasia

Depois de anos a fio a gastarmos o que não tínhamos produzido, depois de termos sido forçados a apertar o cinto pelas instituições financeiras internacionais, depois de um duche gelado nos ter despertado para a realidade entre 2011 e 2015, eis novamente o manto da fantasia a cobrir a realidade política portuguesa.

A economia cresce com serviços mais dinâmicos

Os animadores dados macroeconómicos referentes ao terceiro trimestre de 2016, contrariando os prognósticos mais sombrios, confirmam que a aposta do País deve continuar a ser feita no circuito exportador.

A economia digital e os desafios do futuro

Por estes dias, Lisboa torna-se numa das capitais de referência da economia digital com a realização da Web Summit. Portugal pode, na realidade, afirmar-se no roteiro internacional dos grandes eventos, independentemente do futebol, e ao contrário do que muitos admitem.

Uma mini-Califórnia em Portugal?

Governar exige, entre outros atributos, estar atento aos sinais dos tempos. E perceber, tendo em conta a inescapável globalização, em que setores podemos fazer a diferença, cultivando vantagens competitivas relativamente aos outros países.

China, economia de mercado e dumping

O Parlamento Europeu diz numa nota de imprensa que a China não é ainda uma economia de mercado e que a Comissão Europeia deve opor-se à atribuição unilateral do Estatuto de Economia de Mercado por iniciativa deste país.

Avisos à navegação

Mário Centeno esteve no início de Junho em Nova Iorque para passar uma mensagem de confiança na economia nacional e nas políticas do Governo.

Impostos e serviços públicos

Uma sondagem feita em 2015 - e divulgada no site oficial do estado sueco -, revela que a autoridade tributária é valorizada pelo serviço ao cliente e por contribuir positivamente para a sociedade.

Mais um fator de erosão da nossa competitividade?

Cem mil euros. Este foi o valor estimado do prejuízo, a nível nacional, por cada dia de greve no porto de Lisboa - que quase ameaçou a sua viabilidade económica - e revela como estas infraestruturas são vitais para a economia de qualquer país.

O regresso das greves?

No primeiro trimestre deste ano foram comunicados ao Ministério do Trabalho 105 pré-avisos de greve. Em igual período do ano passado, esse número foi de 348 e, em 2013, atingiu os 448 pré-avisos de greve.

Apostar na concertação social

Os novos tempos políticos e económicos que vivemos em Portugal e na União Europeia exigem “players” sociais fortes e representativos do tecido empresarial disposto a enfrentar os desafios da moderna economia digital.

A nossa dívida soberana

Numa intervenção feita recentemente na conferência que comemorou os 30 anos da agência Lusa a presidente do Conselho de Finanças Públicas, Teodora Cardoso, voltou a apelar ao sentido de responsabilidade dos políticos portugueses.

Os sinais inquietantes do investimento

Formação bruta de capital fixo. Para os que não têm formação em economia esta expressão é apenas mais uma manifestação de um ´economês´ cada vez menos acessível ao cidadão comum. Mas é um indicador essencial para medir o estado de saúde do investimento em qualquer país.

Redes, “máquinas sociais” e Indústria 4.0

Há 232 anos o lançamento de instalações de produção mecânica baseadas na utilização da máquina a vapor deu início à primeira revolução industrial ou, numa linguagem mais digital, à Indústria 1.0.

Associados

Crescer é a ambição de qualquer associação. A CSP quer não só crescer mas também afirmar-se como uma organização que representa os sectores mais dinâmicos da economia nacional, em particular os que estão ligados à área digital. Para consolidar este caminho gostaríamos de contar com cada vez mais Associados. Junte-se a um parceiro social responsável que quer ser uma voz reconhecida na análise e discussão das políticas públicas indispensáveis ao desenvolvimento económico e social do nosso país.

Aderir
Opinião