Opinião

O salário mínimo e o combate ao desemprego

A discussão em torno do aumento do salário mínimo está na ordem do dia. Com argumentos nem sempre aceitáveis. Desde logo porque a alegada recuperação do poder de compra dos portugueses, vital para a dinâmica do consumo privado, não pode ocorrer à custa da competitividade das empresas privadas, criadoras da larga maioria dos postos de

O investimento como prioridade absoluta

Vivemos tempos caracterizados pela incerteza. Nenhuma conquista pode ser assumida como garantida nem nenhum processo de crescimento dispõe de alicerces tão sólidos que não possa conhecer retrocessos. Num mundo globalizado, o destino de um país passou a estar inexoravelmente ligado ao de outros países que integram a sua região ou até mesmo a outros continentes.

A economia cresce com serviços mais dinâmicos

Os animadores dados macroeconómicos referentes ao terceiro trimestre de 2016, contrariando os prognósticos mais sombrios, confirmam que a aposta do País deve continuar a ser feita no circuito exportador.

A economia digital e os desafios do futuro

Por estes dias, Lisboa torna-se numa das capitais de referência da economia digital com a realização da Web Summit. Portugal pode, na realidade, afirmar-se no roteiro internacional dos grandes eventos, independentemente do futebol, e ao contrário do que muitos admitem.

O círculo vicioso da nossa economia

À medida que nos aproximamos do fim do ano, aumenta a pressão para o cumprimento do deficit. Por se tratar de uma questão crucial para a nossa economia, o Governo já equaciona uma medida de última hora para aumentar a receita, de forma a não ficar acima do número mágico de 2,5%.

Uma mini-Califórnia em Portugal?

Governar exige, entre outros atributos, estar atento aos sinais dos tempos. E perceber, tendo em conta a inescapável globalização, em que setores podemos fazer a diferença, cultivando vantagens competitivas relativamente aos outros países.

China, economia de mercado e dumping

O Parlamento Europeu diz numa nota de imprensa que a China não é ainda uma economia de mercado e que a Comissão Europeia deve opor-se à atribuição unilateral do Estatuto de Economia de Mercado por iniciativa deste país.

Avisos à navegação

Mário Centeno esteve no início de Junho em Nova Iorque para passar uma mensagem de confiança na economia nacional e nas políticas do Governo. O ministro das Finanças procurou tranquilizar os mercados e os investidores, transmitindo a imagem de um país onde há estabilidade política e fiscal.

Impostos e serviços públicos

Há um país europeu onde a autoridade tributária está no topo da popularidade dos serviços públicos: a Suécia. Este feito, raro, é conseguido pela Skatteverket, a agência que cobra os impostos dos suecos e que, entre 27 organismos públicos, está em terceiro lugar no ranking da melhor reputação.

Mais um fator de erosão da nossa competitividade?

Cem mil euros. Este foi o valor estimado do prejuízo, a nível nacional, por cada dia de greve no porto de Lisboa - que quase ameaçou a sua viabilidade económica - e revela como estas infraestruturas são vitais para a economia de qualquer país.

O “tigre celta” está de volta?

Em Novembro de 2010 a Irlanda tornou-se no segundo país da zona euro a pedir um resgate financeiro. Os irlandeses solicitavam uma linha de crédito de cerca de 80.000 milhões de euros para reestruturar o seu sistema financeiro, severamente atingido pela “bolha” imobiliária alimentada durante dez anos por crédito fácil e barato.

O regresso das greves?

No primeiro trimestre deste ano foram comunicados ao Ministério do Trabalho 105 pré-avisos de greve. Em igual período do ano passado, esse número foi de 348 e, em 2013, atingiu os 448 pré-avisos de greve.

Ouvir a sociedade civil

O meio académico vai ser chamado a estudar a Segurança Social em Portugal. A notícia é dada pelo atual presidente do Conselho Económico e Social (CES) numa entrevista publicada na última edição impressa do semanário Expresso.

Apostar na concertação social

Os novos tempos políticos e económicos que vivemos em Portugal e na União Europeia exigem “players” sociais fortes e representativos do tecido empresarial disposto a enfrentar os desafios da moderna economia digital.

A nossa dívida soberana

Numa intervenção feita recentemente na conferência que comemorou os 30 anos da agência Lusa a presidente do Conselho de Finanças Públicas, Teodora Cardoso, voltou a apelar ao sentido de responsabilidade dos políticos portugueses.

Os sinais inquietantes do investimento

Formação bruta de capital fixo. Para os que não têm formação em economia esta expressão é apenas mais uma manifestação de um ´economês´ cada vez menos acessível ao cidadão comum. Mas é um indicador essencial para medir o estado de saúde do investimento em qualquer país.

Os impostos e a atração do investimento

A previsibilidade e a transparência fiscal são condições essenciais para as empresas decidirem sobre os seus investimentos. Em Portugal estamos em plena discussão sobre o Orçamento de Estado (OE) para 2016 e já fomos colhidos de surpresa com o recente aumento do Imposto sobre Produtos Petrolíferos.

Redes, “máquinas sociais” e Indústria 4.0

Há 232 anos o lançamento de instalações de produção mecânica baseadas na utilização da máquina a vapor deu início à primeira revolução industrial ou, numa linguagem mais digital, à Indústria 1.0.

A cultura do compromisso

Um crescimento acumulado da economia de 12,5%. Um excedente comercial de 8,7%. Um défice zero em 2014 e uma previsão de 0,9% para 2015. Estes são alguns dos indicadores de 10 anos no poder da Chancelerina Angela Merkel, na Alemanha.

Concertar ou desvalorizar o diálogo social?

A Comissão Permanente da Concertação Social (CPCS) volta hoje a reunir-se para debater o aumento do salário mínimo nacional. Esta é uma das propostas de um documento de trabalho apresentado pelo Governo aos parceiros sociais na reunião deste órgão da passada quinta-feira.

O “calcanhar de Aquiles” da nossa economia

Estimular o crescimento económico através do consumo é uma das traves-mestras do programa do governo liderado por António Costa. O primeiro-ministro retoma, assim, uma receita que foi usada em excesso no passado e que contribuiu para levar o País quase à bancarrota.

Os tempos que se avizinham

Portugal deverá iniciar, em 2016, uma nova experiência política. Tendo em conta o que aconteceu no Parlamento há uma semana - o “acordo” entre PS, PCP e BE - a hostilidade crescente a uma solução de governo de gestão e a “postura institucional” sempre defendida pelo Presidente da República..

A brincar com o fogo

O aviso está lançado. Daqui a duas semanas a agência canadiana DBRS, a única que atribuiu a Portugal uma notação de risco acima de ´lixo´, vai voltar a pronunciar-se sobre a nossa dívida de longo prazo, após ter melhorado em maio último a perspetiva de ´negativa´ para ´estável´.

Aventuras perigosas

Na semana passada o Estado português foi novamente ao mercado para se financiar. Num clima de grande incerteza política fez uma emissão de dívida a 10 anos. A taxa média no leilão foi de 2,4%, um custo que excede em 36 pontos base a yield suportada em fevereiro último numa emissão semelhante.

Portugal e o desafio do nearshoring

Nos próximos três anos Lisboa será uma das capitais mundiais da web. Em novembro de 2016, 2017 e 2018, decorrerá na cidade o Web Summit, um evento global que captará a atenção de investidores, técnicos, empreendedores, media, decisores e marketers.

Pelo Mercado Único Digital

Retomando o tema abordado no artigo anterior, a Europa necessita indubitavelmente de uma união digital pelos já estimados 415 mil milhões de euros de crescimento adicional, pelo incremento do emprego e por uma sociedade mais dinâmica e baseada no conhecimento.

Os desafios da Economia Digital

Em 1997, 88.670 pessoas eram assinantes do acesso à internet em Portugal. Sete anos depois esse número ultrapassava os 1,2 milhões. Em 2013, já eram cerca de 2,5 milhões de pessoas.

A Grécia e as empresas

Imprópria para cardíacos. Esta é a imagem mais apropriada para definir a situação que se tem vivido, nas últimas semanas, na Europa. A origem é conhecida: chama-se Grécia. O desfecho é, no dia em que escrevemos este texto, desconhecido.

Diálogo social

Há mais de dois anos que os indicadores de confiança e de perceção da situação económica estão em alta. Os dados mais recentes indicam mesmo que, em maio, esses indicadores subiram para o máximo de sete anos. Depois dos anos duros da troika, sente-se o regresso de um otimismo moderado.

Associados

Crescer é a ambição de qualquer associação. A CSP quer não só crescer mas também afirmar-se como uma organização que representa os sectores mais dinâmicos da economia nacional, em particular os que estão ligados à área digital. Para consolidar este caminho gostaríamos de contar com cada vez mais Associados. Junte-se a um parceiro social responsável que quer ser uma voz reconhecida na análise e discussão das políticas públicas indispensáveis ao desenvolvimento económico e social do nosso país.

Aderir
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